Além da FAB, o Super Tucano também é operado pelas forças armadas de outros 11 países (Embraer)

Além da FAB, o Super Tucano também é operado pelas forças armadas de outros 11 países (Embraer)

Um acidente com um turbo-hélice Super Tucano nos Estados Unidos na última sexta-feira (22) deixou um piloto morto e outro com ferimentos leves, informou a Força Aérea dos EUA (USAF). Segundo comunicado, a aeronave caiu por volta das 11h30 em uma área desabitada no estado do Novo México usada pelas forças armadas do país para treinamentos e testes de armamentos.

A aeronave envolvida no acidente participava de avaliações do programa OA-X, que vai selecionar o novo avião de ataque leve e reconhecimento da USAF. O outro modelo na disputa é o AT-6 Wolverine, da fabricante americana Beechcraft. O Super Tucano acidentado foi fabricado pela Sierra Nevada, parceira da Embraer nos EUA na fabricação do turbo-hélice militar.



A USAF declarou que ainda está apurando as causas do acidente, o segundo com um Super Tucano nos EUA. Em março de 2017, um modelo da Sierra Nevada/Embraer se acidentou no estado da Georgia durante um voo de treinamento. Nesse primeiro caso, os dois pilotos conseguiram ejetar da cabine e foram resgatados sem ferimentos.

Em comunicado posterior ao acidente, a USAF informou a identidade do piloto falecido: tenente-aviador Chistopher Carey Short, que fazia parte da reserva da Marinha dos EUA.

O Super Tucano é considerado o favorito para vencer o programa OA-X, que pode render um contrato de compra de até 300 aeronaves. O objetivo da avaliação é escolher um substituto de baixo custo para o veterano jato de ataque ao solo A-10, operado pela USAF desde 1972.

Veja mais: Exército Brasileira amplia encomenda de aviões Sherpa