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Embora o presidente Lula tenha feito papel de representante da Dassault na concorrência FX-2 e elegido o Rafale como preferido, a Aeronáutica insiste em dizer que o programa não tem um vencedor.

A preferência do presidente gerou um mal estar na Força Aérea a ponto de o Brigadeiro Juniti Saito, seu comandante, ter pedido demissão na semana passada – contornada por Lula em seguida.


Para amenizar o clima ruim, o governo voltou atrás e comunicou que o FX-2 continua em aberto e espera novas propostas tanto da Dassault quanto da Boeing e da Saab.

As duas últimas foram pegas de surpresa com o comunicado conjunto de Lula e do presidente da França Nicolas Sarkozy no dia da Independência. Segundo elas, os contatos com a FAB continuavam e dúvidas técnicas ainda estavam sendo discutidas.